cidadania beninense vem chamando descendentes da diáspora para reencontrar suas raízes — já pensou visitar o lugar de onde vieram seus antepassados? Descubra como o programa, as cerimônias de naturalização e os projetos em Ouidah estão conectando história, turismo e identidade.
Programa “My Afro Origins”: cidadania, genealogia e reconexão com a diáspora
cidadania beninense pelo programa My Afro Origins conecta pessoas às suas origens. O processo abre portas para registro de antepassados e viagens de reconciliação.
Como funciona o programa
O governo convida descendentes a se inscreverem online ou em consulados. Há entrevistas, análise de documentos e equipe de apoio na genealogia.
Documentos e genealogia
Genealogia é a busca por parentes e histórias da família. O programa ajuda a localizar certidões, relatos orais e arquivos locais. Testes genéticos analisam o DNA e podem ajudar nas buscas.
Cerimônias e naturalização
As cerimônias celebram a reconexão com as raízes e a nova cidadania. Autoridades locais, líderes e famílias participam de rituais e festas. Os novos cidadãos recebem certificados oficiais e apoio para documentação.
Impacto cultural e pessoal
Muitos dizem sentir pertencimento e alívio após o reconhecimento formal. O projeto também impulsiona o turismo cultural e gera renda local. Museus e memoriais em Ouidah ajudam a preservar a história da diáspora.
Ouidah e memória: Porta sem Retorno, réplica de navio e novo Museu Internacional da Escravidão
Ouidah guarda memórias da diáspora e da escravidão até hoje, visitada por muitos.
Porta sem Retorno e réplica de navio
A Porta sem Retorno marca o ponto de partida forçado de milhares de pessoas.
O memorial é simples, mas carrega um peso histórico e simbólico grande.
Ao lado há a réplica de um navio negreiro para visitação educativa.
A réplica mostra as condições brutais vividas a bordo, sem sensacionalismo.
Museu Internacional da Escravidão
O novo Museu Internacional da Escravidão reúne artefatos, relatos e documentos históricos relevantes.
As exposições explicam rotas, comércio e o impacto humano da diáspora africana.
O Museu também promove debates e projetos educativos para escolas e visitantes.
Para quem busca a cidadania beninense, o local é símbolo e fonte de conhecimento.
Visitas guiadas ajudam a contextualizar a história e apoiar processos de reconexão.
Fonte: www.Antena1.com.br
